terça-feira, 10 de abril de 2012
O Cheiro da Morte
Que insignificante
A matéria que nos rodeia
Perante a tão desejada,
Valorosa vida!
Seguindo na vereda da vida
Uma tremenda decepção
O cheiro da morte
Bate-nos a porta, no sangue quente
Escorrendo pelo nariz.
Da mão sai a sorte
Que na pequena vida,
Lhe foi ofertada, num dia
Tão sublime de alegria!
Não sei se é nostalgia, da tua partida,
Para o tão desejado Éden.
Só, sei que nos nossos corações
Eternas saudades derramam.
Perante tanta dor,
Meu Deus!
A vida resume a morte.
“Sentiste o frio do amanhecer deste dia,
Agora não podes sentir a frieza da sua noite.”
"Em Memória dos que nunca souberam que foram meus amigos!"
Fredy Lopes
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